Ascensão de um Deus

965 - Finalmente Ele Atingiu o Dao Divino!

Autor: Calebe Piccoli Camargo

As meninas apareceram diante de Le Chang e partiram em menos de um piscar de olhos, mas, foi o suficiente para ele lembrar-se de algo muito importante.

Ele começou a colocar-se de pé, mesmo com todos os ferimentos que sua Alma havia sofrido Le Chang erguia-se.

“Volte a ficar de joelhos!” Rugiu a Morte e trouxe seu punho com todo o seu poder, forte o suficiente para destruir boa parte da Criação.

Contudo, sem nada falar, sem habilidade usar, Le Chang moveu sua mão e segurou o golpe da Morte.

Aquele ser imenso que jazia na mais absoluta escuridão, simplesmente apavorou-se, porque diante dele não havia mais um jovem ou um homem qualquer.

Dois olhos dourados apareceram e o lugar que antes era tomado pela escuridão foi iluminado por uma luz ofuscante, capaz de fazer toda a escuridão desaparecer.

O caos imperou e a realidade se desfez.

A Dimensão Espiritual de Le Chang expandiu instantaneamente para ficar tão grande quanto toda a Criação.

Seu poder foi elevado a um patamar jamais alcançado por qualquer ser mortal.

A Morte, recuou e indagava-se o que estava acontecendo, como aquilo era meramente possível.

Le Chang começou a andar em direção a Morte e a cada passo que dava, não apenas a Criação, mas todo o Vácuo Eterno estremecia.

Os Seres Primordiais pararam tudo que faziam, o Fim calou-se e os Deuses acovardaram-se, e, sem exceção, todos ouviram atentamente o que acontecia.

Uma voz ecoou por todo o Tecido da Criação e até mesmo através do Vácuo Eterno.

“Saúdem o Deus dos Deuses! Ajoelhem-se e temam sua presença, pois a Ele tudo pertence e sua glória está acima de tudo e todos! Saúdem o Deus dos Deuses!”

“Você é forte, sem dúvida alguma, mas, parece ter se esquecido de uma coisa muito importante...” – Le Chang.

A Morte que antes parecia um ser onipresente agora era um Ser Negro no tamanho de um ser humano normal.

Enquanto isso, ao seu derredor, a escuridão havia ruído e a mais pura luz tomava conta do local.

“O qu.... O que eu me esqueci?...” Foi a única coisa que a Morte foi capaz de falar.

“Eu sou seu Deus! Eu sou o Deus dos Deuses! Eu sou o Deus dos Primordiais! Eu sou o Deus dos Antigos! Eu sou!” Ao falar tais palavras, Le Chang desapareceu, reaparecendo bem à frente da Morte e com um mover de suas mãos perfurou o tórax de seu oponente.

A Morte apavorada olhou para baixo e viu a mão de Le Chang atravessando seu corpo feito de Energia da Morte.

Le Chang brilhava como o sol do meio dia e seu poder era ofuscante, cheio de divindade e glória.

Ele finalmente havia atingido, de uma vez por todas, o Patamar Divino.

Le Chang pisou no Dao Divino, sendo o primeiro a fazer tal feito.

“Eu... Eu entendo...” A Morte então se desfez em uma fumaça escura, feita de Energia da Morte e rapidamente se recompôs.

Ela então andou até os pés de Le Chang e curvou-se, com sua face em direção ao chão, a Própria Morte falou.

“Eu saúdo o Deus dos Deuses, Le Chang!” – Morte.

E ao fazer isso, ela foi instantaneamente absorvida por Le Chang e ele realmente tornou-se o Deus da Morte, capaz de subjugar um ser de poder indescritível.

Ele não precisou lutar contra ela, afinal, a Morte era muito mais poderosa que ele, atualmente claro, mas, isso não quer dizer que era impossível de a derrotar.

Nem todas as batalhas são ganhas com os punhos e com socos, as vezes, a autoridade e a glória são mais do que suficientes para tal.

Sim, ela era a Morte, mas ele era o futuro Deus dos Deuses.

Naquele singelo instante, Le Chang subjugou a Própria Morte, um ser com um poder equivalente a Criadora.

Isso o colocava em um patamar indescritível de poder e soberania.

Ele era o Senhor da Morte, ele não morreria através das suas mãos e apenas um ser com um poder muito além do dela seria capaz de o matar.

E então, no instante seguinte, a consciência de Le Chang retornou ao Mundo Material.

Ele estava no Dao Divino, no Dao do Falso Deus.

Seus golpes agora eram tão poderosos que ele poderia com um soco varrer boa parte do Reino Supremo Mortal.

Ele era imparável.

Ele era capaz de derrotar Le Su com apenas um estalar de dedos.

Ele havia atingido um patamar que não mais era passível de ser mensurado.

Le Fir estava boquiaberto, seus olhos revelavam a surpresa que jazia em seu coração e ele podia sentir a presença que estava a sua frente.

Le Chang sempre exalou uma presença, glória e poder divinos, mas sempre pareceu faltar algo, uma peça que realmente o colocaria como um Deus e agora ele havia atingido tal patamar.

Ele poderia estar no Dao do Falso Deus, mas isso não queria dizer que alguém no Dao do Verdadeiro Deus seria mais poderoso que ele.

Atualmente, talvez, apenas aquele no Dao do Eterno Deus ou a Meio Passo do Deus da Criação seriam capazes de realmente lhe oferecer algum desafio.

Quando estava no Dao Marcial Mortal ele não era capaz de subjugar seres com um Dao maior que o seu, porque a diferença entre cada Dao era algo assustador.

Contudo, mesmo no Dao Divino a diferença sendo milhões de vezes maior, o poder de Le Chang também foi modificado.

O que já era Divino recebeu ainda outra parte de Divindade e isso fez com que sua força fosse elevada de forma exponencial.

“Hm... Interessante...” Le Chang falou enquanto olhava para suas mãos, sentindo um poder assustador correndo por seus Canais de Qi.

Sua voz era tão poderosa que Le Fir estremeceu.

“V... V... Você... Você ve... venceu a Morte?!” Murmurou Le Fir, que estava de joelhos no chão e olhava em direção a Le Chang.

Seus olhos revelavam uma grande incredulidade.

“Eu não venci, eu a subjuguei. Contudo, se não fosse pelas minhas amadas esposas, talvez isso não tivesse sido possível...” Um sorriso dançou nos lábios de Le Chang enquanto ele olhava para o teto como se pudesse ver suas esposas através do teto de diamante e dos milhões de milhas de água que haviam sobre sua cabeça.

O rosto de Le Fir dizia o que ele não conseguia expressar em palavras: “Quem?!”

“Vamos, você irá conhecê-las em breve...” Le Chang sorriu para Le Fir e sem falar nada desapareceu da frente do homem.

Le Fir ficou perdido, mas no instante seguinte ele sentiu o espaço ao seu redor sendo moldado e ele apareceu instantaneamente em outro local.

Ao olhar para os lados, ele viu que estava flutuando a centenas de metros acima de um grande palácio.

Além disso, ao seu lado estavam seus dois irmãos e duas irmãs, os quais haviam igualmente adentrado em cultivo isolado com ele.

Todos estavam pasmos, se entreolhando e tentando entender o que ocorreu.

E subitamente ergueram suas cabeças e depararam-se com Le Chang, flutuando acima deles e os olhando com dois olhos cor de mel, cheios de poder, divindade e glória.

Ali estava o Deus dos Deus, Le Chang.




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